Esporte

Nesta página, você encontra crônicas sobre o mundo dos esportes!
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Messi ou CR7?

Por Thales, Renato e Amanauê

Com vários debates sobre quem é o melhor do mundo atualmente, alguns acreditam que pode ser o argentino Messi, ou o português Cristiano Ronaldo. Como qualquer jogador, ambos batalharam muito para chegar onde estão, mas será que um brilha mais do que o outro? Responderemos isso para você AGORA!
Neste ano de 2012 que passou, na eleição da FIFA, Messi foi apontado como o melhor do mundo pela 4ª vez consecutiva, e Cristiano Ronaldo, mais uma vez foi vice. Existem contradições de que Messi realmente é o melhor, por sua qualidade técnica, pois visam prioritariamente seu saldo de gols, que realmente é alto.
Vários argumentaram que o prêmio neste ano (2012) deveria ter ido a Ronaldo, pelo melhor rendimento do time na temporada, e houve um destaque do jogador. Críticos de esporte afirmam que a qualidade técnica do camisa sete é superior à do argentino.
Como qualquer ser humano, não gostamos de ficar em segundo lugar, queremos ser o melhor. O Cristiano ficou desapontado pela vice-liderança, e queria a vitória. Seus fãs obviamente também questionaram o resultado e deram forças ao craque.
Ambos têm um futebol espetacular, e mereciam o primeiro lugar, pois foi um ano cheio de vitórias para as duas equipes, só que sempre haverá opiniões distintas sobre quem é melhor. A verdade é que os dois são craques, e ficará por conta da FIFA e dos títulos por equipe, definir quem levará o prêmio no final do ano de melhor jogador.



Angústia do torcedor

Por Francine Garrido, Isabela Soares, Rafaela Zanni e Luiza Pedrosa

Euforia. Frio na barriga. Insônia. Falta muito para começar o jogo? A ansiedade e a expectativa não cabem em mim quando anunciam um jogo do meu Tricolor.
Ao entrar em campo, penso se o técnico fez a escolha certa da formação dos jogadores. Analiso e acredito ter sido a melhor.
A torcida vibra. Os jogadores estão em campo. Coração vai a mil. O juiz apita e começa o espetáculo!
O mundo todo se desliga quando a bola vira a protagonista. A cada movimento, a esperança de ver a rede balançar. E então, de repente, ela nos decepciona. Bate no travessão e sai de cena. Ao término do primeiro tempo, sem nenhum gol, a tristeza é tão grande que chega a corroer por dentro. Não existe remédio para tamanha dor, a não ser esperar até o segundo tempo.
Retomando a partida, a reviravolta é notada logo no início. Ao passe perfeito, a personagem principal com a ajuda dos coadjuvantes faz o seu papel: GOOOL!
Não consegui conter as lágrimas. A felicidade tomou conta de mim. Falta muito para acabar o jogo? Não posso pensar na possibilidade de uma derrota.
O juiz apita. Fim de jogo. São Paulo é campeão de novo.




Esporte e vida pública andam lado a lado

Por Marina Cecon, Karina Camizotti, Priscila Cardoso e Jéssica Custódio

Ao abrir o jornal nesta manhã me deparo com o seguinte debate: "Pelé ou Maradona, quem é o jogador do século?”.  Para nós brasileiros Pelé sem duvida alguma é o melhor, porém os argentinos acreditam que Maradona supera todo e qualquer outro jogador. Sejam quaisquer que forem os argumentos a favor ou contra um do outro, é tudo uma questão de nacionalismo.
O fanatismo com relação a qualquer esporte acaba levando a pessoa à ignorância e consequentemente à violência e opressão. São pessoas assim que acabam denegrindo a imagem do futebol, nos deixando amedrontados com tamanha violência. Este sentimento de idolatria que algumas pessoas nutrem é tão absurdo que existe até uma corrente religiosa, a Igreja Maradoniana, que trata o jogador como um deus – entre os Dez Mandamentos, está o de “amar Maradona sobre todas as coisas”.
Pode até ser que Maradona seja melhor que Pelé em alguns pontos, mas a vida pública que foi exposta pela mídia de cada um acaba afetando na decisão sem dúvida alguma.
A carreira de Maradona foi cercada de controvérsias, que não se limitaram aos gramados. As maiores delas foram relacionadas ao seu envolvimento com drogas, um vício que acabou por arruiná-lo nos gramados e que por algum tempo o arruinou fisicamente. Já Pelé tem sua carreira marcada por coisas gloriosas, é conhecido pelo seu apoio a políticas para melhorar as condições sociais dos pobres, tendo inclusive dedicado seu milésimo gol às crianças pobres brasileiras.
Esses dois atletas nos deixam uma grande lição. Não basta apenas o profissionalismo, ou até mesmo o puro talento, ainda há a necessidade de que sua vida esportiva seja condizente com sua vida pública. O diferencial entre esses dois grandes nomes do esporte mundial está tanto nos bons como nos maus exemplos que eles nos deixam. Agora fica por sua parte a me dizer, quem é melhor?
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Eurocopa

Por Guilherme C., Fernanda Sabadini, Gabriel Martins e Maurilio G. Neto

Começou na última sexta-feira, dia 8 de junho, a 14ª edição da Eurocopa, um torneio de futebol que reúne as 16 melhores seleções da Europa.
Este ano o torneio é em sede dupla, na Ucrânia e na Polônia. O torneio, que tem sido chamado de “copa do mundo sem o Uruguai e sem Messi”, é um dos mais importantes eventos esportivos da atualidade, pela sua tradição e competitividade.
A criação da competição começou com o francês Henri Delaunay, que desde 1927 propunha à FIFA a criação da “Taça Europa”. Mas foi só em 1954, depois da criação da UEFA, que sua idéia foi aprovada.
O torneio começou em 1960, na França, tendo como campeã a antiga União Soviética. 
A atual campeã é a Espanha, atual melhor time do mundo, segundo o ranking da FIFA.
A maior campeã do torneio é a Alemanha, com três títulos, seguida de Espanha e frança, com dois títulos cada.
Além de um show no campo, os europeus mostram o quanto a organização do evento é importante. É simplesmente impecável, tudo acontece como o planejado, causando inveja em qualquer país que queira sediar eventos de grande porte.
É uma ótima oportunidade para conhecer mais os países sede e apreciar um futebol de muita qualidade.



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Vencer é bom, torcer é melhor ainda

Por Thays Valentim, Bruna Capelletti, Letícia Prequero e Luana Oiko

Presenciei uma briga de bar há dias. Não foi qualquer briga, garrafas voaram, muitas garrafas.
Certo dia, eu estava no bar com o meu pai. Era o dia que eu deixava a minha mãe para ficar com o meu pai. Nós costumávamos ir ao shopping tomar sorvete, mas dessa vez fomos ver o jogo de futebol na TV do bar com uns amigos de meu pai. Uns corintianos, outros palmeirenses.
Lá eu comia batata frita enquanto meu pai tomava uma cerveja, e duas, e três... Os homens grandes e fortes riam sem parar. O tempo passou, houve gol e houve xingamento.
Quando peguei a última batata frita do prato, uma garrafa espatifou-se perto de meus pés. Meu pai se assustou, gritou, eu pisquei e logo todos aqueles homens estavam atracados, batendo-se, debaixo de garrafas que sobrevoavam o bar. Fui levado para o carro e meu pai me tirou dali rapidamente. Meu pai ficou nervoso igual à vez em que ele brigou com a mamãe pela última vez. 
Eu gostava do time do São Paulo, mas depois disso me decepcionei. Todos aqueles jogadores de futebol ganham uma nota, fazem o que bem entendem em campo enquanto nós torcemos feitos loucos, nos “matamos” em troca de quê? Discórdia, inimizade e olho roxo.
As torcidas de hoje não são saudáveis. Isso acontece porque as pessoas não têm espírito de competição, buscam a vitória, apenas isso, aceitar a derrota jamais. Egoísmo talvez seja a palavra.
O esporte é ótimo. Todos deveriam praticar algum esporte, sabendo dar prioridade às responsabilidades mais importantes, ao invés de colocá-lo na frente de tudo. Jogar futebol, vôlei, basquete, entre outros, faz bem à saúde e à alma. Porém, ofender o adversário, não. Isso gera desentendimento que, por sua vez, se não controlado, pode levar à violência. 
No Brasil, as arquibancadas dos estádios de futebol lotam. É bonito de ver a paixão dos torcedores pelo time, até a briga começar. Os torcedores querem controlar o jogo, culpam o juiz por uma coisa e outra e acabam saindo de lá tão irritados que não se dão conta de que é só um jogo e no dia seguinte a vida continua.
Se eu posso comemorar uma jogada, também tenho de deixar meu adversário comemorar, reconhecendo que no esporte o que importa é competir, torcer, dar o seu melhor, mas alguém sempre terá de perder.


Voleibol

Por Thays Valentim, Bruna Capelletti, Letícia Prequero e Luana Oiko

No mês de maio, a cidade de São Carlos acolheu e sediou o campeonato pré-olímpico de vôlei feminino. Algo que deve ser visto com respeito e bons olhos. 
O brasileiro tem como convicção o futebol. Não é só o futebol que é importante e merecedor de atenção. O que muita gente não sabe é que o voleibol é o esporte que possui mais títulos, medalhas e vitórias em nosso país.
O incentivo esportivo e educacional para o voleibol é tão baixo que nas escolas durante a educação física se vê a quantidade de alunos recusando participar de tal modalidade.
Com o número de vitórias e acesso a meios de comunicação como televisão e internet, o vôlei passou a ser mais valorizado e procurado pelos jovens. Até porque existem muitos ídolos famosos de grande talento que servem de incentivo.
Sabendo de jogos e campeonatos, vale a pena participar, interagir e conhecer um pouco mais do vôlei. Além de fazer bem à saúde, ajuda a manter a disciplina, incentiva o respeito para com o próximo e lhe dá até mesmo uma oportunidade de passear caso siga para competição. 
Espero que as pessoas mudem o foco futebolístico para abranger e conhecer a beleza de tantos outros esportes.


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Futebol fora das quatro linhas*

Por Glauco Keller Villas Boas




O filme Heleno, de José Henrique Fonseca, vem mostrar que o futebol é sim objeto artístico e, por ser arte, pode se transformar em outro tipo de arte, como cinema ou literatura. Durante um longo período – destacaria aí a década de noventa quase inteira - , o esporte bretão fora considerado extremamente sem recurso poético para ser contato em linhas ou telas de cinema. Boleiros e Boleiros II, de Ugo Giorgetti ajudaram a acabar com esse estigma. O filme “Garrincha, a estrela Solitária”, de Milton Alencar Jr, narrando a vida do gênio de pernas tortas também. Os filmes históricos sobre equipes de futebol tais como São Paulo, Corinthians e agora Santos desmistificaram um pouco o futebol inculto e descobriram que o torcedor brasileiro aprecia bons produtos sobre sua equipe.
Nelson Rodrigues, Armando Nogueira, Sandro Moreyra, José Roberto Torero, todos  tentaram ou vêm tentando mostrar que o futebol é arte mutante que pode sair do esporte, passar pelo texto e acabar em uma tela de cinema. Afinal, que seria do torcedor, se não fossem esses grandes homens – cronistas, jornalistas, escritores, roteiristas ou diretores de cinema – a nos contar as histórias de bastidores, de vestiários, de concentrações e/ou do pré ou pós-jogo do nosso time do coração.
Lembro-me de uma crônica do Sandro Moreyra, escrita por ocasião da Copa de 82 narrando a uma tourada em Madri, quando a tradição milenar espanhola foi execrada e desconstruída pelos torcedores brasileiros, todos vestidos de amarelo que optaram por torcer pelo touro.
Sandro lembra que, entre outras, se ouviu, durante a entrada do toureiro no grande anel de tourada, o inusitado:
“Um, dois, três, quatro, cinco mil, queremos que o toureiro vá pra p*** que o pariu”
Obviamente, a boa índole brasileira de torcer pelo mais fraco faria com que o touro tivesse, pela primeira vez em séculos, mais torcida do que seu matador.
Outra ainda destaca que por ocasião da despedida de Ronaldo Fenômeno da seleção brasileira, no Pacaembu, há uns dois anos, em entrevista ao Sportv, Cafu, capitão da seleção de Felipão em 2002, contou que na preleção do treinador antes do jogo contra a Turquia, Ronaldo parecia desatento e pensando em outra coisa.
Irritado com aquilo, o treinador repreende o atacante perguntando:
“Ronaldo, você, por acaso sabe o nome do zagueiro que vai te marcar?”
Eu não! Mas tenho certeza de que ele sabe o meu”, respondeu Ronaldo.
É nessas horas que temos que gritar Bravo! para o Ronaldo e para quem conseguiu a história.

*Texto publicado originalmente na Coluna "Palavra", do jornal Primeira Página, no dia 14/04/2012.



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Millôr: agora sim em definitivo!*

Por Glauco Keller Villas Boas



Sempre acreditei que mesmo as maiores tragédias devem ser vistas com certo humor. Isso não quer dizer que sou um otimista convicto – pelo contrário, as pessoas mais interessantes que conheço têm bom humor, mas são mal-humoradas, se é que você, caro leitor, me entende!
Admiro autores que têm o poder de ser sintéticos, de sumarizar em uma ou duas linhas aquilo que preciso de uma página pra dizer. Nesse aspecto não posso furtar-me a dizer que tenho dois grandes heróis: Mário Quintana e Millôr Fernandes, esse minha grande fonte inspiradora. 
Os céus devem estar mais bem (ou mal) humorados agora. No prazo de, praticamente, uma semana, perdemos Chico Anysio, 80, um dos maiores artistas que o país já produziu, e o Millôr, 88, o egocêntrico mais altruísta de quem já ouvi falar. 
Millôr foi grande voz de combate inteligente ao regime militar (1964-1985) brasileiro, escreveu milhares de crônicas, criou o Pasquim, a Pif-Paf, peças, mas me cativou pela frase. Ah! A frase, síntese do pensamento da página inteira.

Em seu Millôr Definitivo: a Bíblia do caos (LPM, 2007), Millôr nos brinda com nada menos que 5299 frases e definições num modelo único de dicionário do bom (ou mau) humor. 
E em minha volta à crônica despretensiosa do esporte, como retorno dominical da coluna PALAVRA, não poderia deixar de procurar algumas formas de apresentar ao meu leitor, a maneira que Millôr via o futebol.


Aí vão:

E no oitavo dia Deus fez o Milagre Brasileiro: um país todo de jogadores e técnicos de futebol. 
Em 1978, lembram?, o Brasil, já na técnica da retranca, perdeu a copa invicto. Empatou todas. Inventamos uma coisa extraordinária: a Invictória. 
Ninguém joga futebol tão bem quanto o brasileiro. Isso porque o futebol e o Brasil são iguaizinhos: não têm lógica. 
No mundial de futebol nos Estados Unidos, os locutores repetindo que a partida Romênia x Suécia ia ser decidida por penalidade máxima. E sempre me impressiona a capacidade de se falar sem pensar (psitascismo). Naturalmente, a coisa só é penalidade (penalty) quando alguma falta foi cometida. Como na disputa final não houve qualquer falta se trata apenas de um tiro livre ou chute livre em gol. 

E sobre o jogo, de maneira holística, Millôr dizia:

Tenho realmente a mais sincera admiração pelas pessoas que sabem perder. Sobretudo quando estou do outro lado.

Egoísta, sintético e apaixonante!


*Texto publicado originalmente na Coluna "Palavra", do jornal Primeira Página deste domingo de Páscoa.

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Basquete, uma nova realidade

Por Gabriel S., Lucas R., Renan G. e Diego P.

    Em dezembro de 1891, o canadense James Naismith, professor de educação física, deu início à criação de um dos esportes mais brilhantes e praticados nos dias de hoje, que é o tão admirado basquete.
   A base principal deste esporte está localizada nos EUA, que possui uma das principais ligas de basquetebol do mundo, conhecida como NBA (Associação Nacional de Basquetebol), contendo 29 clubes estadunidenses e um canadense.
   Vemos que o basquete é tão reconhecido nos EUA quanto o futebol no Brasil, entretanto, as torcidas se diferem em seus comportamentos, pois em nosso país, presenciamos apenas conflitos entre torcidas organizadas capazes de causar a morte e a infelicidade de muitas famílias. Já nos EUA esta situação não ocorre, porque sua sociedade é formada por pessoas civilizadas que tomam para si o basquete como um entretenimento.
    O que chama a nossa atenção e nos dá orgulho é vermos jogadores brasileiros que se destacaram na NBA e tornaram-se atletas renomados internacionalmente. E um bom exemplo  disso é o jogador são-carlense Nenê, que atualmente encontra-se jogando no Washington Wizards.
     Contudo, sabemos que este esporte tem a finalidade de incentivar o contato social sem violência e manter o espírito esportivo entre os jogadores, que são vistos como exemplos por gerações que desejam jogar esse esporte e sonham em ser reconhecidos mundialmente.
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“Ultimate Fighting Championship’’, a maior organização de artes marciais mistas do mundo, traz a paz na luta

Por Gabriel Teodoro Batista, Luis Felipe Zanquim, Vitor Gomes

Nos últimos meses, o “Ultimate Fighting Championship’’ tem ganhado fama pelo país, após o início da programação do esporte na TV aberta, influenciando muitos jovens que saem das ruas e das drogas com o sonho de um futuro no esporte.
Um esporte originado em nosso próprio país, que até pouco tempo atrás havia perdido a popularidade por denúncias de alta violência. Mas ao contrário disso, também há pessoas que se surpreendem com esse esporte, e com a paixão pela luta que captura até jovens que saem das mais hostis situações, e entram no jogo.
Jovens que vemos e dizemos não ter futuro, têm largado sua realidade e optado pelo esporte, onde podem jogar para fora suas frustrações, e juntamente serem abençoados e consagrados pela luta.
A consagrada biografia da modalidade vem de toda uma mistura. Esportistas começam aprendendo, diariamente, diferentes modalidades de lutas. Algumas até nos surpreendem, gerando uma calamidade em nosso pensamento, pela violência corporal interagida no esporte, sendo que devemos levar em conta a profissionalismo dos atletas que treinam muito, e com muita dedicação, para chegarem aonde chegaram.
Apesar de todas as divergências, somente pelo motivo da ajuda social trazida por esse esporte tão diferente, já é motivo de sua comemoração pelo sucesso no país. Imagine se a cada dia mais, sonhos de pessoas carentes começarem a se realizar, e, assim, novas mentes mais instrutivas começarem a aparecer. Nosso país avançaria no processo de desenvolvimento e, logo, mais e mais, as diferenças sociais começariam a diminuir.
A conclusão é que até mesmo a luta pode gerar a paz, e a paz a cada vez mais melhora a vida de todos. A nossa própria vida em eterna melhora.

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Messi e Neymar: Transformando o esporte em arte

Por Eric Petersson, Douglas de Stefani, Gustavo Henrique e Felipe Biribilli

No dia 7 de março de 2012 (quarta-feira), os amantes do futebol ganharam mais um espetáculo dos dois grandes artistas da bola: o incrível Messi, e o idolatrado Neymar.
       
Elogiar o futebol desses dois gênios chega a ser difícil, visto que são raras as palavras que conseguem de alguma forma definir seu talento com a bola. Dá a impressão de que o que eles fazem é tão simples, é tão óbvio. Isso porque eles são capazes de transformar o simples em obra de arte.
     
Vendo seus jogos nesse dia e observando suas jogadas, podemos ter a impressão de que os dois se desafiam, pois o espetáculo que um faz em um jogo só pode ser comparado à fantástica forma que o outro joga. E são eles que me fazem esquecer as sujeiras e trambiques que os cartolas fazem no futebol. Eles que me fazem acreditar que o futebol sempre será uma diversão e que ele sempre poderá ser apreciado.

Messi e Neymar... Um argentino e um brasileiro... Sim, para nossa alegria, os dois defendem as seleções com a maior rivalidade no futebol. Por que coloquei “Para nossa alegria”? Porque os colocando juntos, não teria graça, não seria tão interessante. Ver esses dois se enfrentando é o que realmente dá a expectativa em ver qual deles é realmente o melhor, qual dos dois é realmente mais ligado ao futebol arte.

Enfim, comparações que nunca irão acabar. Mas de uma coisa estou certo: os dois são incomparáveis em relação aos outros jogadores, e, como disse o presidente da Fifa, Joseph Blatter: eles são a salvação da Copa de 2014, uma Copa que poderá entrar para a História com o confronto de duas grandes seleções e dois grandes jogadores.

Mas até lá, tenho certeza de que esses dois ainda irão mostrar cada vez mais sua arte e explicar por que o futebol deve ser considerado como entretenimento. Messi e Neymar: eles sim, só são garotos brincando de jogar bola. E como brincam...


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Mudando de rotina

Por Ariele Bondioli, Jennyfer Bramé, João Ricardo e Lulliana Franco

Num sábado ensolarado, 13 de janeiro deste ano, estava eu em casa quando dois amigos me ligaram convidando-me para assistir a um jogo de tênis com eles. Achei uma boa ideia, já que nunca tive contato com esse esporte antes.

Arrumei-me e me dirigi ao clube onde é realizado o campeonato de tênis. No começo do jogo, percebi que não estava entendendo nada, então decidi pedir ao meu amigo que me explicasse. Ele começou a me explicar que ganha um set quem chegar a seis games primeiro, os pontos de cada game são contados: 15, 30, 40. Quem chegar a 40 e fizer mais um ponto ganha o game. Percebi que o jogo não é apenas agilidade e força, mas também estratégia, a pessoa deve planejar os movimentos e para onde direcionar a bola para poder fazer um ponto.

Deduzi que esse esporte é bom para desenvolver o raciocínio rápido, aumenta o reflexo da pessoa e, como consequência do raciocínio mais rápido, o indivíduo poderá ter um desempenho melhor nos estudos.

Depois desse dia, conclui que gostei do esporte e resolvi então começar a praticá-lo.

12 comentários:

  1. Muito Boa as cronicas , Dão ate enfase aos acontecimentos.Parabéns ae

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  2. É ESPERAR PRA VER A COPA, EXPECTATIIVA SOBRE ELES ! haushausha
    e com o segundo texto, ja analisamos tecnicas de tenis =)
    gosteeei !

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  3. Muito boas as crônicas, estão de parabens =)

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  4. A segunda crônica é muito interessante, me fez ver o esporte de outra maneira, como sendo um exercício para o cérebro e não somente para o corpo!

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  5. só existe uma pequena diferença entre messi e neymar,tudo,pois messi é rapido e ninguem consegui o aconpanhar,neymar é mais gracinhas e jogadores de times pequenos do interior não são de nivel alto,não vão conseguir pegar a bola dele,neymar é bom,mais não se conpara nunca com messi ou até outros como cristiano ronaldo,xavi,iniesta,ozil são estilos de jogo diferente,mais o futebol tamem é diferente. neymar é alto nivel aqui no brasil.

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  6. Muito bom sobre "Ultimate Fighting Championship",a maioria das pessoas tem certo preconceito contra luta,ouvem falar sobre e ja pensam em coisas absurdas,muita boa a sitaçao.

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  7. adorei o Mudando de Rotina, não conhecia nada sobre o tênis.

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  8. Super legal, bastante informação que eu não sabia, adorei!!

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  9. Adorei o texto que o Glauco enviou, realmente foi dificil ter duas perdas tão grandes em tão pouco tempo.

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  10. Marina Cecon Carlsen18 de abril de 2012 às 10:38

    Amei o texto sobre basquete! Ficou muito interessante e informativo. Eu particularmente AMO basquete, ficou muito legal!
    Parabens! =D

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  11. Valeu aí o apoio ao basquete, esporte que não é tão valorizado no Brasil! Muito legal os textos!

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  12. E eu lembro quando eu vi o filme do Garrincha! Eu, como fã de futebol, me emocionei com a história dele =)

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